Espaço de Arquitetura

2ª Edição do Prémio de Arquitetura Januário Godinho

Categorias: nacionais

Depois da edição de estreia em 2017, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão lança este ano a segunda edição do Prémio de Arquitetura Januário Godinho, voltando assim a galardoar a melhor reabilitação de edifício no concelho.

 

De periodicidade bianual, o Prémio Januário Godinho tem um valor pecuniário de 7 mil euros, cabendo 2 mil euros ao promotor da obra e 5 mil à equipa projetista.

 

O prazo de entrega das candidaturas ao prémio decorre  20 de setembro de 2019 e apenas serão admitidas a concurso as obras concluídas entre 2017 e 2018.

 

Podem apresentar candidatura todas as entidades privadas que tenham promovido obras de reabilitação em qualquer edifício localizado nas áreas de reabilitação urbana do concelho ou, no caso das restantes áreas do território famalicense, em edifícios com idade igual ou superior a 30 anos.

 

Promover a salvaguarda e valorização do património edificado, bem como valorizar e promover a divulgação do trabalho desenvolvido por projetistas e construtores são os principais objetivos do Prémio de Arquitetura Januário Godinho.

 

Critérios de avaliação
a) Conhecimento da preexistência – Diagnóstico do existente e recolha de informação histórica, arquitectónica e construtiva;

 

b) Preservação do existente – Deve existir um aproveitamento máximo das suas características funcionais e construtivas – das técnicas e materiais -, dos seus valores, da sua imagem, ou seja, da sua essência.

 

c) Adaptação ao existente – O contexto em que se insere o objecto de intervenção e também as suas características tipológicas e morfológicas devem ser respeitadas, naquilo que deve ser uma intervenção plenamente integrada;

 

d) Integração com o existente – A integração harmoniosa deve prevalecer aquando da inserção de novos espaços e elementos, demonstrando o respeito pelas características funcionais – com a integração do novo no existente – e construtiva;

 

e) Melhoria das condições existentes – A melhoria de qualidade em termos funcionais, construtivos, arquitectónicos e de conforto é imperativa, não sendo aceitável que em algum caso seja inferior à preexistente;

 

f) Reversibilidade – A intervenção deve garantir um grau de reversibilidade tal que permita o retorno do valor patrimonial que eventualmente se tenha diminuído, através do regresso a soluções anteriores;

 

g) Visibilidade (identidade) da intervenção – Sempre que haja a necessidade de introdução de novos elementos ou espaços, devem estes reflectir a linguagem do seu tempo.

 

A reabilitação do Palácio da Igreja Velha, em Vermoim, foi a obra vencedora da primeira edição do prémio.

 

Pode encontrar o Regulamento e a Ficha de Inscrição do Prémio Januário Godinho, nos pdf’s.

 

 

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