
O arquiteto português foi contratado para desenhar uma torre residencial em Manhattan, Nova Iorque: esta é a primeira imagem. A construção deverá começar neste verão e terminar em 2019
A torre residencial nova-iorquina terá cerca de 120 metros e ficará em Manhattan, na esquina da Rua 56 com a 11ª avenida, no bairro de Hell’s Kitchen, conhecido pela alta concentração de bares e restaurantes.
O arquiteto português foi contratado para desenhar uma torre residencial em Manhattan, Nova Iorque: esta é a primeira imagem. A construção deverá começar neste verão e terminar em 2019
NOË & ASSOCIATES WITH THE BOUNDARY
O edifício será composto por 80 residências, aproximadamente, entre T1, T4 e penthouses. Inclui ainda um jardim no telhado, vários terraços privados, um spa, parque infantil, sala de cinema, entre outras estruturas.
A torre projetada pelo arquiteto Álvaro Siza Vieira – prémio Pritzker de 1992 – resulta de uma encomenda por duas imobiliárias nova-iorquinas de luxo, a Sumaida + Khurana, – atualmente numa parceria com outro Pritzker, Tadao Ando (1995), num outro condomínio de luxo nova-iorquino – e a LENY.
O arquiteto português foi contratado para desenhar uma torre residencial em Manhattan, Nova Iorque: esta é a primeira imagem. A construção deverá começar neste verão e terminar em 2019
Siza Vieira a trabalhar no seu projeto para Nova Iorque | FG+SG – FOTOGRAFIA DE ARQUITECTURA
A construção deverá começar neste verão e terminar em 2019, segundo o comunicado a que o DN teve acesso.
Aquando do início do projeto, o jornal New York Times escrevia em abril, referindo-se à obra de Siza”Promotores imobiliários que estão dispostos a pagar somas estratosféricas por novas construções tendem a escolher arquitetos com algum poder de estrela.”
O português torna-se assim o mais recente nome numa lista de arquitetos célebres que deixaram a sua marca na cidade de Nova Iorque, como Frank Lloyd Wright ou Frank Gehry.
Fonte: DN