Arquiteto Francisco Caldeira Cabral projeta jardim vertical no CCB

Categorias: Arquitetura

Arquiteto Francisco Caldeira Cabral projeta jardim vertical “Caminho Pedonal José Saramago”, no CCB.

O Centro Cultural de Belém (CCB)  inaugurou, no primeiro dia de verão, um jardim vertical, no âmbito de Lisboa Capital Verde Europeia, e, homenageou, os “Poetas de Amália” no Caminho Pedonal José Saramago.

O verão chegou a, 21 de junho, da melhor forma ao Centro Cultural de Belém (CCB) com a inauguração do novo jardim vertical, implementado no âmbito de Lisboa Capital Verde Europeia 2020. Com 17 metros de altura e uma área de 250 m2, este jardim é constituído por 7524 vasos de plantas variadas escolhidas pelo arquiteto Francisco Caldeira Cabral, projetista dos espaços exteriores e verdes do CCB.

Além da inauguração do jardim, no caminho pedonal José Saramago (percurso de acesso às bilheteiras do CCB), pode contar com homenagens a David Mourão-Ferreira, Alexandre O’Neill, Pedro Homem de Mello, José Carlos Ary dos Santos, Manuel Alegre e muitos outros conhecidos como “Os Poetas de Amália”, no âmbito do centenário do nascimento da fadista. Também ontem foi inaugurada a exposição “O Mar é a nossa Terra”, com curadoria dos arquitetos André Tavares e Miguel Figueira.

Quanto à exposição «cartografa e apresenta as contradições que existem entre a terra e o mar, sob a perspectiva da arquitetura, do ordenamento do território e da construção da paisagem», afirma o CCB.

A mostra «percorre um conjunto de experiências de pensamento, desenho e configuração das linhas de costa e da sua relação com a densa imensidão do oceano», prossegue a apresentação da mostra. «O mar é um lugar: em vez de considerar a água como limite ou espaço de confronto, o mar pode e deve ser um parceiro na construção da terra», acrescenta Elísio Summavielle, presidente do Conselho de Administração do CCB.

Regras e normas de segurança

Elísio Summavielle lembrou que as palavras confiança, segurança e novidade marcam a retoma gradual da atividade do CCB e da relação com a comunidade artística e os utentes deste espaço lisboeta.

Segundo esse responsável, está a ser retomada «gradualmente a oferta cultural e o funcionamento dos serviços», mas, «porque queremos fazê-lo em segurança e com a confiança de todos, foram estabelecidas um conjunto de normas específicas, de acordo com a orientações governamentais e das autoridades de saúde».

Assim, no CCB em diferentes percursos e espaços é visível sinalética, com as regras de acesso, circulação e permanência mantendo o distanciamento social de 2 metros, bem como de lotação máxima dos espaços, necessárias nas presentes circunstâncias de pandemia.

Por outro lado, todos os postos de atendimento ao público estão equipados com barreiras acrílicas de proteção e delimitação no chão da distância obrigatória, estando equipados com dispensadores de gel alcoólico para utilização por parte do público visitante, antes do início das atividades, compra de bilhetes, visita a exposições, entre outros.

Fotos: ©CML

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