Igreja e Antigo Convento de São Francisco e Fábrica Robinson, recebe classificação como conjunto de interesse público

Categorias: Arquitetura

O Conjunto constituído pela Igreja e Antigo Convento de São Francisco e Fábrica Robinson recebeu a classificação definitiva de Conjunto de Interesse Público (CIP), na sequência da qual foi igualmente fixada uma zona especial de proteção (ZEP).

 

 

De acordo com a Portaria n.º 740-DX/2012 de 24 de dezembro de 2012, esta zona passa, de agora em diante, a estar sob uma ZEP, devido à sua classificação como CIP o que implica que, em termos arquitetónicos e de urbanismo a zona circundante ao Espaço Robinson (cerca de 50 metros) se rege por regras de proteção muito específicas, quer de construção, quer de conservação dos imóveis aí existentes, incluindo cores utilizadas, revestimentos exteriores, trabalhos no subsolo e espaços verdes, que não poderão ser utilizados para outros fins que não os atualmente em vigor. Também a publicidade exterior passa a ter regras muito próprias, que têm igualmente como objetivo a preservação das características arquitetónicas da Zona.

 

 

Para Nuno Santana, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Robinson, “Esta proteção que é dada a uma área significativa, junto do centro histórico da cidade de Portalegre conjugada com o fato de se referir à Zona de Intervenção da Fundação Robinson é, por um lado, o reconhecimento de algo de que nos apercebemos há muito tempo, há cerca de uma década, o valor arquitetónico e patrimonial dessa vasta área geográfica; por outro lado, é a confirmação de que a missão e objetivos primordiais da Fundação Robinson são importantíssimos não só para a cidade e concelho de Portalegre, mas para o país no seu todo. É ainda a confirmação de que a decisão, que foi tomada, de não extinguir a Fundação Robinson foi uma decisão extraordinariamente acertada uma vez que ela é o melhor instrumento que temos para levar a cabo o que agora fica preconizado na lei. Evidentemente que este reconhecimento, que muito me orgulha como Portalegrense, deveria ter consequências na forma como se olha para a Fundação Robinson.”

 

 

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