Inês Brandão vence Prémio Concreta Under 40 by CIN

Categorias: Arquitetura

O projeto “Casa no Crato” da arquiteta Inês Brandão vence a terceira edição do Prémio Concreta Under 40 by CIN.

O júri atribuiu o 2.º lugar a “11 habitáculos na floresta” do atelier SUMMARY, do arquiteto Samuel Gonçalves. Foram ainda atribuídas 3 Menções Honrosas aos projetos “Escritório de Arquitectura, Coimbra”, de João Branco do atelier Branco del rio, arquitectos, “Apartamento da Santos Pousada”, assinado pelo Hinterland Architecture Studio, de Filipa Figueira e Tiago Vieira e, por fim, “Casa na Rua Direita de Francos”, de Nádia Santos e João Sousa (www.westudio.pt) e José Mendanha (www.made.com.pt).

O Prémio Concreta UNDER 40 é uma iniciativa promovida pela Exponor – Feira Internacional do Porto, que conta com o apoio técnico do Conselho Diretivo Regional do Norte (CDRN) da Ordem dos Arquitectos e com o patrocínio da empresa Tintas CIN.

A 3ª edição do Prémio Concreta UNDER 40 foi lançada com o objetivo de promover e reconhecer o trabalho desenvolvido pelas novas gerações de arquitetos, cujo patamar de idades não ultrapassará, em média, os 40 anos, e que têm exercido a sua profissão à luz de uma realidade económica, social, tecnológica e jurídica bem diferente das gerações anteriores.

Foi avaliado e premiado obras construídas em território nacional, da autoria de Arquitetos portugueses que, com criatividade, profissionalismo e mestria, se adaptaram à realidade da sua época, e desenvolveram projetos que se destacam pela capacidade criativa e de inovação, aliadas à qualidade técnica.

 

Sobre o projeto vencedor

A Casa no Crato foi desenhada para um casal amante da natureza e do silêncio, que procurava um lugar de refúgio, longe da agitação da cidade. Situa-se no alto Alentejo, numa propriedade com cerca de 70 hectares, onde os carvalhos, as azinheiras, os sobreiros e as giestas povoam os diversos montes e criam uma paisagem idílica. Um pequeno riacho atravessa todo o terreno, dando origem a uma lagoa que serve como ponto de refresco para os animais de pastoreio.

Ao longo de toda a casa foram criados alpendres que funcionam como espaços de transição entre o interior e o exterior, permitindo que a vivência das áreas habitáveis se encontre com a paisagem alentejana em lugares de permanência à sombra. Estes espaços podem ser ocultados por portadas perfuradas de aço corten, uma reinterpretação do “muxarabi” – elemento da arquitectura vernacular árabe, que controlam de forma passiva a temperatura no interior da casa, dado que permitem o encobrimento e a ventilação constante destes espaços.

 

Saiba mais sobre o projeto vencedor > AQUI

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